Operacional Consultoria
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CONSULTORIA diagnóstico, estratégia e implantação

Descubra o que está limitando seu crescimento.

A Operacional acelera a evolução dos negócios com um modelo estruturado de diagnóstico e implantação, liderado por uma equipe técnica e multidisciplinar com ampla experiência produtiva e operacional.

IDUS

Diagnóstico

Benchmarking

Estratégia

Implantação

Evolução

Inteligência Industrial
01 — O diagnóstico

O que a empresa não sabe que faz.

Nos diagnósticos já realizados, 32% dos processos analisados eram desconhecidos pela própria organização.

O IDUS, Índice de Utilização Sistêmica, mede o nível de digitalização da indústria e separa o que já está sistematizado do que ainda é feito manualmente e do que ninguém controla. É desse retrato que sai o plano de transformação digital: as prioridades, as integrações e a ordem em que cada passo acontece.

40% manuais

Dos processos identificados nos diagnósticos, essa parcela ainda era feita à mão.

32% desconhecidos

Processos que a organização não sabia que existiam, ou não controlava.

Menos de 4%

Em áreas críticas, a parcela dos requisitos que a operação de fato atendia.

60 a 90 dias

O tempo do diagnóstico, conforme a complexidade e a maturidade digital.

A seguir, as etapas do diagnóstico, e o que vem depois dele.

Quem conduz

Quem constrói é quem implanta. E continua depois.

Todo fornecedor de sistema industrial tem metodologia. A diferença está em quem a conduz. Na Operacional, a implantação é feita por quem construiu o produto, na mesma indústria em que ele nasceu, sem repasse a quem aprendeu o sistema apenas em treinamento, nem consultor genérico descobrindo o que é uma partida ao entrevistar o gerente de tinturaria. Conduzida por quem vive o segmento, a transição ocorre naturalmente, e não para de evoluir.

A implantação tem data para terminar. A otimização, não.

Pilares do diagnóstico

O escopo é decidido no equilíbrio entre estas quatro forças, nunca com alguma delas prevalecendo isoladamente.

A necessidade real do negócio

O que é indispensável para sustentar a operação daquela fábrica, separado do que é hábito herdado do sistema anterior.

A aderência ao padrão

O recurso nativo vem primeiro. Cada função-padrão usada é uma função que continua evoluindo com o produto, sem custo de manutenção próprio.

A customização

Avaliada uma a uma, restrita ao que agrega valor e o padrão ainda não atendia, e desenhada por quem vive o segmento. Não é prova de flexibilidade: é eliminar precedentes que pesam depois.

O prazo de entrada em operação

A data de go-live dimensiona o escopo, e não o contrário. O que não cabe nela não é descartado: vai para o roteiro de evolução, que já sai documentado do próprio diagnóstico.

O método

Quatro etapas.
Um único caminho até a decisão.

Muitas empresas decidem sobre sistema sem saber o que já está sistematizado, o que ainda é manual e o que ninguém controla. O diagnóstico monta esse retrato antes da decisão, e o método segue até depois da virada.

IDUSBenchmarkingRoadmapSuporte
Consultoria Operacional, do diagnóstico à evolução contínuaUm método. Quatro etapas. Uma decisão fundamentada.
Diagnóstico

Onde a operação está hoje, medido e comparado.

IDUS
01

Mapeamento e IDUS

O que já está sistematizado, o que ainda é feito manualmente e o que a organização desconhece ou não controla.

02

Análise e Benchmarking

A situação atual comparada com as melhores práticas de mercado, com as recomendações de otimização.

03
Estratégia

Definição da Estratégia

Um plano personalizado para a evolução da empresa, priorizando eficiência, integração, ganhos estratégicos e o roadmap ideal.

Roadmap
04
Implantação

Implantação

Modelagem, piloto, paralelo e virada oficial. Cada fase é validada antes da seguinte, para reduzir risco na transição.

4 fases
05
Camada contínua

Depois da implantação

Novas releases, funcionalidades sob medida e suporte técnico mantêm o sistema evoluindo depois que a operação vira.

SuporteEvolução constante

Em vez de decidir sobre sistema no escuro,

o diagnóstico mostra a operação antes da escolha.

O método

Quatro etapas.
Um único caminho até a decisão.

Muitas empresas decidem sobre sistema sem saber o que já está sistematizado, o que ainda é manual e o que ninguém controla. O diagnóstico monta esse retrato antes da decisão, e o método segue até depois da virada.

IDUSBenchmarkingRoadmapSuporte
Consultoria Operacional, do diagnóstico à evolução contínuaUm método. Quatro etapas. Uma decisão fundamentada.
Diagnóstico

Onde a operação está hoje, medido e comparado.

IDUS
01

Mapeamento e IDUS

O que já está sistematizado, o que ainda é feito manualmente e o que a organização desconhece ou não controla.

02

Análise e Benchmarking

A situação atual comparada com as melhores práticas de mercado, com as recomendações de otimização.

03
Estratégia

Definição da Estratégia

Um plano personalizado para a evolução da empresa, priorizando eficiência, integração, ganhos estratégicos e o roadmap ideal.

Roadmap
04
Implantação

Implantação

Modelagem, piloto, paralelo e virada oficial. Cada fase é validada antes da seguinte, para reduzir risco na transição.

4 fases
05
Camada contínua

Depois da implantação

Novas releases, funcionalidades sob medida e suporte técnico mantêm o sistema evoluindo depois que a operação vira.

SuporteEvolução constante

Em vez de decidir sobre sistema no escuro,

o diagnóstico mostra a operação antes da escolha.

O diagnóstico

Fase e etapa não são a mesma coisa.

A implantação não é uma virada única sobre a fábrica inteira: é dividida em fases, por unidade e por área, em ordem definida já no diagnóstico. Cada fase percorre as mesmas quatro etapas e tem sua própria data de entrada em operação — e uma só acontece depois que a anterior está operando.

A fase zero começa do que o cliente já levantou, apura o as-is e desenha o to-be.

As quatro etapas, dentro de cada fase
1
Planejamento

Escopo, objetivos, equipe, cronograma e método acordados antes de qualquer entrevista.

2
Agenda analítica

Entrevistas técnicas com as áreas de negócio, uma a uma, para levantar a especificação funcional exata — não um questionário respondido por e-mail.

3
Validação funcional

Cada requisito é analisado em conjunto com quem opera, definindo parametrização, regra de negócio, integração e fluxo.

4
Modelo de implantação

Processos propostos, especificações e plano, documentados e compatíveis com as datas de entrada em operação.

Escopo

O que fazemos no diagnóstico.

As dez atividades aplicadas a cada área que será atendida pelo sistema.

Processos-chave

Análise dos processos-chave da empresa.

Regras e requisitos

Regras de negócios e requisitos funcionais aplicáveis ao projeto.

Sistêmico e manual

Exposição a riscos e procedimentos necessários, mas não utilizados.

Oportunidades

Melhoria na eficiência, nos controles e na gestão.

Processos críticos

O que precisa ser sistematizado ou redesenhado para padronização.

Customização

Necessidade de customização, com as horas de desenvolvimento quantificadas.

Periféricos

Leitores, coletores de dados, impressoras e balanças.

Módulos e funções

O que é necessário ao modelo de gestão.

Integrações

Necessidades de integração com outros sistemas.

Usuários simultâneos

Número necessário à operação do sistema.

O que você recebe

O diagnóstico sai com quatro matérias-primas.

Não é um relatório de recomendações. É o material com que a implantação começa no dia seguinte.

1
Especificação funcional

O que o sistema precisa fazer, levantado área a área com quem opera.

2
Plano de parametrizações e integrações

Como o sistema é configurado e como conversa com o que a fábrica já tem.

3
Roteiro de evolução

O que não coube na data de entrada em operação não virou lista de desejos: virou sequência, com ordem e critério definidos junto com quem opera.

4
Estratégia de implantação

A ordem das fases, por unidade e por área, com a data de entrada em operação de cada uma.

Seu crescimento não pode esperar.

Solicitar diagnóstico

Implantação

Ninguém vira a chave de uma vez.

Cada etapa é validada antes da seguinte, para que a operação nunca fique exposta durante a transição.

Fase 01

Modelagem

Processos estruturados no sistema, com as regras e parâmetros do negócio.

Fase 02

Piloto

Teste em ambiente controlado, validando fluxos antes da adoção definitiva.

Fase 03

Paralelo

Sistema novo e atual operando juntos, para assegurar a confiabilidade.

Fase 04

Oficial

O sistema assume, com suporte contínuo para uma transição segura.

Continuidade

A virada não é o fim do projeto.

Depois que o sistema entra no ar, o acompanhamento continua em três frentes.

Evolução constante

Novas releases com melhorias, recursos e otimizações para o sistema.

Fábrica de Software

Funcionalidades, customizações e integrações sob medida.

Suporte técnico

Atendimento ágil, resolução de chamados e suporte ao usuário.

Material técnico

Você viu a consultoria. O guia mostra a Operacional inteira.

Do plano à entrega reúne todos os produtos da Operacional num só documento, com a profundidade que uma página não comporta: domínio por domínio, módulo por módulo, e como as camadas se conectam num único sistema.

PDF · SGT, Process e OPS
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O que vem dentro

01
Os domínios da operação e o que cada um resolve
02
Módulo a módulo, com as capacidades de cada processo
03
O que se repete em toda operação e o que é específico
04
Quem pode operar cada posto, e como a competência vira evidência
05
Como ERP, MES, qualidade, BI e competências formam um sistema só
FAQ / Consultoria

Dúvidas frequentes sobre a consultoria

Respostas objetivas sobre o diagnóstico, o IDUS, a implantação e o que vem depois dela.

O que é o IDUS?

IDUS é o Índice de Utilização Sistêmica. Com ele medimos o nível de digitalização da indústria e identificamos os gargalos operacionais. O resultado não é um número solto: é o que fundamenta o plano de transformação digital sob medida, com prioridades e ordem de execução.

Quanto tempo leva o diagnóstico?

De 60 a 90 dias. O prazo varia conforme a complexidade da empresa e o nível de maturidade digital identificado pelo IDUS.

Quais são as etapas do diagnóstico?

São quatro. Diagnóstico com o IDUS, que mapeia o que já está sistematizado, o que ainda é manual e o que a organização desconhece ou não controla. Análise e Benchmarking, comparando a situação atual com as melhores práticas de mercado. Definição da Estratégia, com o plano personalizado e o roadmap. E a Análise combinada, em que avaliamos juntos os resultados.

O que a Operacional entrega ao fim do diagnóstico?

O diagrama do fluxo de processos e informação proposto; a descrição das regras de negócios e dos requisitos funcionais, detalhada por área; a especificação dos requisitos de hardware e software, ou a adoção de cloud como infraestrutura; a apresentação e validação do escopo e das horas estimadas; e a definição da estratégia de implementação.

Preciso decidir pelo ERP antes de fazer o diagnóstico?

Não. A decisão vem depois, e vem do diagnóstico. Na etapa de análise combinada avaliamos juntos os resultados, o que permite uma decisão fundamentada sobre a implementação do ERP, com alinhamento às necessidades do negócio.

Como funciona a implantação?

Em quatro fases. Modelagem: estruturamos os processos no sistema, com regras e parâmetros conforme o negócio. Piloto: testamos em ambiente controlado, validando fluxos antes da adoção definitiva. Paralelo: operamos o novo sistema e o atual ao mesmo tempo, para assegurar confiabilidade antes da virada. Oficial: o sistema passa a ser o definitivo, com suporte contínuo na transição.

O que acontece depois que o sistema entra no ar?

O acompanhamento continua em três frentes. Evolução constante, com novas releases trazendo melhorias e recursos. Fábrica de Software, para funcionalidades, customizações e integrações sob medida. E suporte técnico, com atendimento ágil e resolução de chamados.

Quem conduz o diagnóstico?

Uma equipe técnica e multidisciplinar, com ampla experiência produtiva e operacional. O modelo é estruturado: as mesmas etapas, atividades e entregas se aplicam a cada projeto, ajustadas à complexidade de cada operação.

O que os diagnósticos já realizados mostram?

Nos diagnósticos realizados pela Operacional, 40% dos processos identificados eram manuais e 32% dos processos analisados eram desconhecidos pela própria organização. Em áreas críticas, menos de 4% dos requisitos eram atendidos.